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Morning Call - 06/02/2026 - Bitcoin e Amazon. Entenda a Volatili

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Agenda de Indicadores:
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor

Agenda de Autoridades:
11:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a dinâmica da inflação pelo lado da oferta perante a Brookings Institution, em Washington.


Brasil

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Acompanhe o Pré-Market de NY: EWZ VALE PBR ITUB BBD BSBR

Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 MINDOLH2026


Estados Unidos

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Os futuros dos índices de Nova York — USA500, USAIND, USATEC e USARUS — operam levemente no campo positivo, após acentuada queda das ações ontem. Em destaque hoje, as ações da Amazon afundam 7,5%, após apresentar um investimentos de capital (capex) de US$ 200 bilhões. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX recua 5%, mas mantendo-se acima dos 20 pontos.

Os futuros dos índices de Nova York — USA500, USAIND, USATEC e USARUS — operam em leve alta nesta sexta-feira, em um movimento de recuperação técnica após a forte liquidação da véspera. O fôlego dos mercados, contudo, é contido pelo tombo de 7,5% nas ações da Amazon, que sofrem o impacto direto do anúncio de um capex bilionário de US$ 200 bilhões para os próximos anos.

A cautela ainda impera no pregão, com o índice de volatilidade VIX recuando 5%, mas sustentando-se acima dos 20 pontos. A permanência do indicador nesse patamar sinaliza que o trader continua em alerta, monitorando de perto se a agressiva expansão da infraestrutura tecnológica das Big Techs será convertida em lucro operacional no curto prazo.


Resultado da Amazon

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A Amazon planeja elevar seus investimentos de capital (capex) em mais de 50% em 2026, sinalizando um aporte de US$ 200 bilhões para sustentar a corrida pela liderança em inteligência artificial. O anúncio, porém, azedou o humor de Wall Street: as ações da gigante do e-commerce despencaram 7,7% no pré-mercado, refletindo o receio dos investidores com a pressão sobre as margens.

Durante a teleconferência com analistas, o CEO Andy Jassy adotou uma postura defensiva, contrastando com o otimismo recente da Alphabet. Jassy justificou a desaceleração relativa da AWS — que cresceu 24% no trimestre, atingindo uma receita anualizada de US$ 142 bilhões — argumentando que a escala da Amazon é substancialmente maior que a de seus pares, o que torna taxas de expansão agressivas mais desafiadoras.

A AWS continua sendo o pulmão financeiro do grupo, respondendo por mais de 60% do lucro operacional. Apesar do faturamento de US$ 35,6 bilhões no quarto trimestre, o mercado puniu a companhia pela comparação direta com os rivais: o Google Cloud saltou 48% e o Azure, da Microsoft, avançou 39%.

O apetite por investimentos é generalizado. Juntas, Amazon, Microsoft, Google e Meta devem despejar mais de US$ 630 bilhões em infraestrutura este ano. O recado dos balanços, contudo, é uniforme: o mercado financeiro não aceita mais apenas promessas tecnológicas e exige retornos financeiros tangíveis para justificar a queima de caixa.

Para o primeiro trimestre de 2026, a Amazon projetou lucro operacional entre US$ 16,5 bilhões e US$ 21,5 bilhões, vindo abaixo do consenso de US$ 22,04 bilhões esperado pelos analistas. Além do custo da IA, o balanço sofrerá o impacto de US$ 1 bilhão em gastos extras com o Project Kuiper, a operação de internet via satélite da companhia.


Europa

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As ações europeias — EURO50, GER40, GERMID50, ESP35, UK100, FRA40, ITA40 e SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, caminhando para um fechamento semanal negativo. O pessimismo é alimentado pela cautela dos traders com o setor de software e por uma safra de balanços decepcionantes, com destaque para a crise na Stellantis.

As ações da Stellantis desabaram 14%, provocando a suspensão das negociações, após a montadora reportar encargos de 22,2 bilhões de euros no segundo semestre. O resultado reflete a revisão agressiva em seus planos para veículos elétricos. O movimento contagiou o setor automotivo, que recua 2,4% e lidera as perdas setoriais no continente.

O setor de tecnologia também exerce forte pressão negativa, acompanhando o estresse nas empresas de software e a repercussão dos balanços das Big Techs americanas. O cenário reforça a percepção de que o mercado está recalibrando as expectativas de crescimento e margens operacionais para o segmento.

No campo oposto, a Societe Generale saltou 6% após superar as previsões de lucro do quarto trimestre e elevar sua meta de rentabilidade para 2026. Já a Novo Nordisk avançou 4,2%, impulsionada pela sinalização da FDA de que endurecerá o cerco contra medicamentos falsificados, protegendo a exclusividade de seus tratamentos para perda de peso.


Ásia/Pacífico

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Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

A onda de aversão ao risco que derrubou Wall Street reverberou pelos mercados asiáticos nesta sexta-feira, espalhando perdas e volatilidade entre índices regionais, metais preciosos e criptoativos. O movimento reflete uma rotação massiva de capital: investidores migram do setor tecnológico para ativos defensivos, enquanto questionam o retorno real sobre os pesados gastos em inteligência artificial.

Na quinta-feira, o Nasdaq estendeu as perdas pelo terceiro dia consecutivo, pressionado pelo temor de que novos modelos de IA corroam as margens das empresas de software.

Segundo Prashant Bhayani, do BNP Paribas, "está ocorrendo uma rotação massiva, e o Nasdaq está claramente apresentando um desempenho inferior ao do S&P e a ações de bens de consumo essenciais, que são consideradas 'chatas'… O mercado está começando a dizer 'ok, sim, a IA é muito interessante', mas as pessoas também estão se perguntando 'Qual será o meu retorno?'"

A Ásia operou sob forte estresse, com destaque para a Coreia do Sul. O índice Kospi KOSPI chegou a despencar 5%, acionando um circuit breaker antes de reduzir as perdas para -1,4%. Na China continental e em Hong Kong — Shenzhen 399001, China A50 XIN9, Hang Seng HSI e Shanghai 000001 —, o tom foi majoritariamente negativo, com os principais índices de Shenzhen e Xangai encerrando o pregão no vermelho.

Em contrapartida, o Japão e Taiwan mostraram resiliência. O Nikkei NI225 subiu 0,8%, impulsionado pela expectativa de uma vitória expressiva da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Em Taiwan, a valorização da TSMC (+0,85%) foi o suporte necessário para manter o TWSE 50 TW50 em território positivo, com alta de 0,3%.

Já na Oceania, o pessimismo foi mais acentuado. O ASX 200 XJO, da Austrália, liderou as baixas na região ao recuar mais de 2%, com perdas generalizadas em todos os setores listados.


Criptoativos

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As criptomoedas afastam-se das suas máximas históricas. BTCUSD ETHUSD

Após recuar mais de 10% na véspera e atingir a mínima de 16 meses, o bitcoin ensaia uma recuperação nesta sexta-feira, ao menos no período da manhã. Durante a madrugada, no entanto, a pressão vendedora levou a maior criptomoeda do mundo a testar o nível psicológico dos US$ 60.000.

Apesar da alta pontual, o bitcoin segue próximo do menor patamar desde outubro de 2024, um mês antes da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA. À época, o então candidato havia sinalizado apoio ao mercado de criptomoedas, expectativa que não se materializou da forma como parte dos traders projetava.

Para Chris Weston, da Pepperstone: “Muitas posições grandes e superlotadas estão sendo desmontadas de forma muito rápida, e você pode-se questionar se isso foi um sinal de alerta ou apenas coincidência”, referindo-se a decepção com Donald Trump.

O sentimento negativo também reflete a recente correção em outros ativos, como metais preciosos e ações. Ouro e prata, por exemplo, passaram a exibir maior volatilidade, pressionados por posições alavancadas e fluxos especulativos.

“O bitcoin se aproximar novamente dos US$ 60.000 não significa o fim das criptomoedas, mas evidencia que investidores que trataram o ativo como algo sem controle rigoroso de risco agora estão pagando o preço, assim como ocorreu com correções abruptas em ativos vistos como porto seguro, como ouro e prata, quando a alavancagem e a narrativa se anteciparam à realidade”, afirmou Joshua Chu, copresidente da Associação Web3 de Hong Kong.

Segundo ele, investidores excessivamente alavancados ou que assumiram que os preços subiriam indefinidamente estão sendo forçados a lidar, de forma abrupta, com a volatilidade real dos mercados e a importância da gestão de risco.

Em nota, analistas do Deutsche Bank destacaram que os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram saídas superiores a US$ 3 bilhões em janeiro, após retiradas de aproximadamente US$ 2 bilhões em dezembro e US$ 7 bilhões em novembro, reforçando o movimento de redução de exposição institucional ao ativo.

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